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O Que a Depressão Pode Causar no Corpo?

26 de outubro de 2022 by Dr. João Arthur Ferreira Deixe um comentário

Resposta direta: depressão pode afetar o corpo com cansaço, alterações de sono e apetite, dores, lentidão, agitação, queda de libido, dificuldade de concentração, problemas digestivos e piora da percepção de dor. Isso não significa que “está tudo na cabeça”; sintomas físicos podem fazer parte de um transtorno depressivo e também podem ter outras causas médicas.

Quando investigar corpo e humor juntos

Dor crônica, doença cardíaca, diabetes, câncer, distúrbios hormonais, anemia, uso de álcool, medicamentos e privação de sono podem se misturar com sintomas depressivos. A avaliação precisa olhar humor, rotina, exames quando indicados e risco de autoagressão.

Sintoma físicoComo pode aparecerO que observar
SonoInsônia, despertar precoce ou sono excessivo.Duração e impacto no dia.
Apetite/pesoPerda ou ganho não planejado.Velocidade da mudança.
DorCefaleia, lombalgia, dor difusa.Se há sinais neurológicos ou inflamatórios.
EnergiaFadiga e lentidão.Se impede autocuidado básico.

Sinais de segurança

Ideias de morte, plano de suicídio, autoagressão, confusão, alucinações, abuso de álcool/drogas, incapacidade de comer/beber, isolamento extremo ou piora rápida exigem ajuda imediata. Em casos menos urgentes, buscar avaliação ainda é importante: depressão tem tratamento e não precisa ser enfrentada sozinha.

A depressão é um distúrbio psiquiátrico que causa um sentimento persistente de tristeza, vazio e perda de interesse, acompanhado de um conjunto de sintomas cognitivos, comportamentais e emocionais, afetando a capacidade de funcionamento do indivíduo. 

Como transformar a reflexão em ação útil

Em “O Que a Depressão Pode Causar no Corpo?”, é fácil cair em frases motivacionais ou julgamentos pessoais. Uma leitura mais útil observa comportamento, contexto, sofrimento, função e apoio disponível. O foco deve ser entender o que está acontecendo, quais limites ou mudanças são possíveis e quando a situação precisa de ajuda profissional.

Do sentimento ao plano

PontoPergunta prática
FrequênciaIsso acontece em dias isolados ou virou padrão?
ImpactoAfeta sono, estudo, trabalho, relações ou autocuidado?
ControleA pessoa consegue escolher respostas diferentes ou se sente travada?
Rede de apoioHá alguém confiável para conversar sem julgamento?
RiscoExiste ameaça, violência, autoagressão, abuso de substâncias ou ideação suicida?

Passos pequenos e concretos

  • Nomeie o problema em comportamentos observáveis, não em rótulos.
  • Escolha um limite ou rotina simples para testar por uma semana.
  • Reduza exposição a situações que aumentam sofrimento sem resolver nada.
  • Procure ajuda imediata se houver risco de violência ou autoagressão.

Quando pedir ajuda

Ajuda profissional faz sentido quando o sofrimento é persistente, limita a vida, aumenta uso de álcool ou remédios, ou aparece com desesperança intensa.

Em contextos de escola, trabalho ou família, registrar fatos concretos e buscar uma conversa mediada pode ser mais efetivo do que tentar convencer todos de uma vez.

Depressão tem tratamento, mas o plano muda conforme intensidade, duração, risco, comorbidades, sono, uso de substâncias e suporte. Psicoterapia, atividade física estruturada, medicação e acompanhamento podem ter papéis diferentes; ideação suicida ou risco de autoagressão exige ajuda imediata.

Depressão pode aparecer também como dor, cansaço, sono alterado, apetite diferente, lentidão, tensão e queixas digestivas. Sintomas físicos persistentes merecem avaliação para não atribuir tudo à mente nem ignorar sofrimento emocional.

A depressão é uma condição séria, afetando pessoas em qualquer fase da vida, embora a incidência seja mais alta durante a adolescência e na fase adulta. Estima-se que uma em cada 20 pessoas já apresentou episódios depressivos. A depressão é uma verdadeira pandemia que causa, anualmente, cerca de 1 milhão de mortes por suicídio de indivíduos deprimidos. 

Atualmente, sabe-se que na depressão ocorre um distúrbio bioquímico que provoca a hipoatividade de alguns neurotransmissores, como serotonina, noradrenalina e dopamina, que podem estar envolvidos com a hiperatividade inibitória de outros neurotransmissores, como GABA e glutamato. No entanto, esse mecanismo ainda tem sido alvo de estudos.

o que a depressão pode causar no corpo

A Depressão e suas variações

A depressão varia em gravidade – que pode ser branda até muito grave, ocorrendo esporadicamente ou, em muitos casos, sendo recorrente ou crônica. As mulheres são mais vulneráveis a terem depressão em comparação aos homens, pois estão mais expostas às oscilações hormonais, especialmente durante o período fértil.

Geralmente, a depressão é multifatorial, possuindo fatores ambientais e até mesmo genéticos. Acontecimentos que causam feridas profundas e aborrecimentos da vida podem funcionar como gatilhos para o desenvolvimento de uma depressão. Eventos traumáticos, como a morte de um ente querido, falta de apoio social, problemas financeiros, dificuldades interpessoais e conflitos são exemplos de estressores que provocam a depressão.

Evidências indicam que fatores genéticos podem desempenhar um papel na depressão de início tardio. Parentes de primeiro grau de pessoas deprimidas, por exemplo, têm 3 vezes mais chances de desenvolver depressão. No entanto, a depressão também se desenvolve em indivíduos sem histórico familiar de depressão.

Além da influência dos fatores ambientais e genéticos, existem ainda fatores de risco biológicos que já foram identificados em depressão de idosos. Taxas mais altas de depressão em idosos tem sido associadas à ocorrência de doenças neurodegenerativas, esclerose múltipla, acidente vascular cerebral, câncer e dor crônica.

o que a depressão pode causar no corpo

Quais os sintomas de depressão?

A depressão é caracterizada por sintomas emocionais, cognitivos, motivacionais e físicos.

Um indivíduo precisa apresentar sintomas nesses quatro conjuntos para ser diagnosticado como uma pessoa depressiva. Quanto mais sintomas uma pessoa apresentar – e quanto mais intenso forem esses sintomas – maior é a certeza de que está sofrendo de depressão.

Se alguém estiver experimentando alguns dos sintomas abaixo na maior parte do dia, quase todos os dias, provavelmente está sofrendo de depressão. Observe os sinais e principais sintomas:

  • Tristeza profunda;
  • Sentimento de irritabilidade e frustração;
  • Falta de energia e interesse;
  • Incapacidade de sentir prazer em atividades que antes eram prazerosas;
  • Alterações de humor;
  • Alterações no ciclo circadiano, apresentando dificuldades para dormir e acordar de manhã;
  • Dificuldade de aprendizagem e concentração;
  • Baixa autoestima;
  • Pensamentos de morte ou suicídio.

Os sintomas físicos da depressão incluem dor nas articulações, dor nas costas, dor nos membros, distúrbios gastrointestinais, fadiga, alterações na atividade psicomotora e alterações no apetite. Muitas vezes, a depressão pode não ser diagnosticada da forma correta, pois os sintomas físicos associados podem ser interpretados erroneamente como sintomas de uma doença somática.

De forma geral, quanto piores forem os sintomas físicos, mais grave tende a ser a depressão. Existe uma via neurológica compartilhada entre a dor e a depressão. A resposta a estímulos dolorosos é moderada no cérebro pela serotonina e norepinefrina, hormônios que afetam o humor. 

Quando há desregulação de neurotransmissores, pode haver um desequilíbrio de serotonina e norepinefrina, explicando, portanto, a conexão entre sintomas físicos dolorosos e depressão. Sendo assim, quando uma pessoa com depressão se queixa de que está sentindo dor física, existe uma razão química por trás.

A gravidade, a duração e a frequência dos sintomas variam dependendo do indivíduo e da sua condição específica. O surgimento de sintomas clínicos inexplicáveis pode variar de acordo com a severidade do episódio depressivo. Em episódios leves e moderados, o indivíduo geralmente apresenta sintomas de ansiedade, baixa autoestima e culpa, coisas que limitam sua produtividade na vida social.

Episódios graves de depressão, por outro lado, podem incapacitar completamente o paciente, impossibilitando-o de realizar até mesmo atividades simples do dia a dia, como a higiene pessoal. Nesses casos mais graves, a pessoa pode ter pensamentos e tentativas suicidas.


Tratamento da depressão

A depressão pode ser tratada. Quanto mais cedo iniciar o tratamento, mais eficaz ele será.

Geralmente, o tratamento da depressão é baseado em medicamentos antidepressivos, psicoterapia ou a associação dos dois. A terapia combinada já foi associada a taxas mais altas de melhora dos sintomas depressivos.

terapia cognitivo comportamental

A Terapia Cognitivo Comportamental e a Terapia Interpessoal são dois métodos de psicoterapia eficazes no tratamento da depressão. Para os pacientes que não estão respondendo bem aos medicamentos ou aqueles que já tentaram suicídio, a terapia eletroconvulsiva (ECT) mostra-se ser bastante útil.

Se você suspeita que possa estar com depressão ou que alguém próximo a você esteja apresentando os sintomas, marque uma consulta com um médico especializado em diagnosticar e tratar condições de saúde mental.


Leituras anteriores do artigo

CHAND, S. P.; ARIF, H. Depression. National Library of Medicine. StatPearls, 2022.

MONTEIRO, L. B. Depressão: mecanismos envolvidos, farmacoterapia e o papel do SUS. 2016. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Biomedicina) – Faculdade de Ciências da Educação e Saúde, Brasília, 2016.

RUFINO, S. et al. Aspectos gerais, Sintomas e diagnóstico da depressão. Revista Saúde em Foco, n. 10, p. 837-843. 2018.

TRIVEDI, M. H. The link between depression and physical symptoms. The Primary Care Companion to the Journal of Clinical Psychiatry, v. 6, n. 1, p. 12-16. 2004.

Explore também no Blog da Saúde

  • Psicologia
  • Psiquiatria

Fontes úteis

  • CDC: saúde mental
  • CDC: manejando estresse
  • MedlinePlus: saúde mental
  • MedlinePlus: depressão

Fontes usadas nesta atualização

  • NIMH: chronic illness and mental health
  • Mayo Clinic: depression symptoms and causes
  • Mayo Clinic: pain and depression link

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Vida pós-pandemia e sofrimento psíquico: como lidar

25 de julho de 2022 by Eduarda Moro Deixe um comentário

Resposta direta: sofrimento psíquico pós-pandemia pode envolver ansiedade, depressão, luto, irritabilidade, insônia, exaustão e dificuldade de retomar rotina. Nem todo sofrimento vira transtorno, mas sintomas persistentes, prejuízo funcional, abuso de álcool/remédios ou pensamentos de morte exigem cuidado profissional.

Sinal observadoPróximo passo
Tristeza, medo ou irritabilidade que oscilamOrganizar sono, rotina, apoio social e observar duração.
Sintomas por semanas com perda de funçãoBuscar psicólogo, psiquiatra ou serviço de saúde para avaliação.
Ideação suicida, autoagressão ou risco imediatoProcure emergência, SAMU 192, pronto-socorro ou apoio de crise imediatamente.

Também pode ajudar: sintomas da crise de ansiedade, estimulação magnética transcraniana na depressão e antidepressivos e efeitos adversos.

Já é possível observar efeitos psíquicos persistentes da pandemia em muitas pessoas. Ansiedade, depressão, luto, irritabilidade, medo, alterações de sono e dificuldade de retomar projetos podem aparecer de formas diferentes, com intensidade e duração variáveis.

Em 2 de março de 2022, a Organização Mundial da Saúde (OMS) publicou uma revisão indicando aumento global de ansiedade e depressão no primeiro ano da pandemia. Esse dado contextualiza o problema; sofrimento persistente pede avaliação individual.

Mulheres e jovens são os que mais sofrem com questões de origem psíquica, segundo pesquisa da OMS. Os sintomas da nova “epidemia” são desde estresse pós-traumático, irritabilidade, humor depressivo, falta de perspectiva de vida, medo, sono desregulado.

Como sabemos, os sintomas relacionados ao adoecimento psíquico são, na maioria das vezes, sintomas silenciosos e quase imperceptíveis a quem está de fora, visto que são de ordem mental. O que dificulta ainda mais o auxílio a quem sofre com esse tipo de questão é justamente o silêncio.

A depressão, assim como outros transtornos psicológicos, ainda é um tabu social. Mesmo que o acesso a profissionais psiquiatras e psicólogos tenha se difundido nos últimos anos, enquanto especialidade essencial à saúde pública, o estigma atrelado a uma doença que não é física é de difícil assimilação e aceitação.

Com a saúde física e a vida correndo risco iminente de perecimento durante a pandemia, não é de se surpreender que nos deparemos agora com um índice elevado de novos casos de depressão.

Não que antes não existissem números que preocupassem em relação ao adoecimento psíquico em massa, mas o covid-19 nos faz compreender a saúde mental por um outro viés.

Falamos da possibilidade de enfrentar novas pandemias futuras, contudo, vivemos agora um outro tipo de epidemia. Uma que não possui relação com um vírus e que escancara nosso descaso com a saúde mental. A depressão é o mal do século.


Pós-pandemia e aumento de ansiedade e depressão

vida pos pandemia reabilitacao

A pandemia nos colocou em contato com a vida, tal como colocou com a morte. Fomos forçados a pensar sobre o que foi, o que é e o que poderia vir a ser. É da vida que falo, é claro.

Parte desse sofrimento também expõe uma dificuldade antiga: saúde mental costuma ser lembrada apenas quando a rotina já está comprometida. Prevenção, escuta qualificada, vínculo social, sono, atividade física, psicoterapia e cuidado médico podem se complementar conforme o caso.

Cuidar da saúde mental pode envolver psicoterapia, reorganização de rotina, sono, redução de álcool, apoio social, tratamento de doenças associadas e, em alguns casos, medicação. O problema não é usar antidepressivos ou ansiolíticos quando bem indicados; o risco é transformar um sofrimento complexo em uma solução única, sem avaliação, acompanhamento e plano de cuidado.


Adoecimento psíquico e o risco de respostas simplistas

adoecimento psiquico

O que me preocupa quando falamos de epidemia de adoecimento psíquico é o modo como isso será tratado.

Todo diagnóstico é feito a partir da noção de normalidade. Ou seja, é preciso entender o que se considera “normal”, aceitável entre os parâmetros estabelecidos no Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM), antes de diagnosticar alguém com transtorno depressivo. Todo caso é um caso. Após esse diagnóstico é que é pensado o tratamento.

Porém, o que devemos considerar é que nosso sistema público de saúde está lotado, cheio de urgências o tempo todo. Por mais que existam muitos profissionais competentes e éticos nesses espaços, precisamos nos atentar aos casos em que angústias comunicadas no consultório médico se tornam prescrição de fluoxetina, por exemplo.  

A medicalização em massa é preocupante ainda porque reafirma a todos nós que o sofrimento psíquico deve ser silenciado e medicado.  

Em uma das aulas do doutorado, tive contato com um escrito que me fez pensar sobre os vários diagnósticos com os quais me deparei. Intitulado “Somos todos enfermos mentales?” (FRANCES, 2014), o livro discute a questão da psiquiatrização do sofrimento, na sociedade atual.

O autor inicia a obra narrando a seguinte situação: “[…] y me vi obligado a tomar partido […] en una batalla perdida por evitar que la normalidad se viese como un problema médico […]” (p. 10). A discussão, da qual fala Frances, deu-se com outros colegas psiquiatras, que assim como ele, auxiliaram na produção da terceira edição do DSM.

A preocupação que assolava o psiquiatra, era a de que as categorizações de transtornos psíquicos evoluíam rapidamente. Com isso, mais e mais pessoas poderiam ser enquadradas nos diferentes transtornos do manual, dadas as características genéricas destas categorias.

Veja, nem todos que possuem queixa de sintomas relacionados a depressão chegam a se consultar com um psicólogo ou um psiquiatra. Em muitos casos, o que acontece é que ao comunicar esses sintomas a um médico clínico geral, já é possível sair da consulta com uma receita medicamentosa.

Ou seja, o que poderia ser uma situação não-patológica relacionada a sintomas de ansiedade, tristeza, estresse, etc., se torna um diagnóstico psiquiátrico e é tratado como tal.

Um levantamento feito pelo Conselho Federal de Farmácias, detectou um aumento de 17% na venda de antidepressivos durante a pandemia no Brasil. Esse número não deve baixar tão cedo…

Não obstante, na contínua busca por remediar o que foge do considerado normal para as estatísticas, a angústia, os hábitos considerados excêntricos, a ansiedade que não é prejudicial, tudo isso pode acabar tornando-se transtorno psíquico se não começarmos uma discussão entorno da saúde mental.

A preocupante realidade é que, com o diagnóstico de novos indivíduos são, conjuntamente, produzidos novos pacientes. Ocasionando, em muitas situações, tratamentos psiquiátricos desnecessários. O que por sua vez pode resultar em uma verdadeira epidemia de transtornos mentais.

O momento pós-pandemia nos mostra que nossos corpos/mentes suplicam por um modo de vida diferente. Contudo, o que vivemos agora não é propriamente uma epidemia de saúde mental, o que há é uma medicalização massiva do sofrimento psíquico.


Referência: FRANCES, Allen. Somos todos enfermos mentales? Manifiesto contra los abusos de la psiquiatria. 1ª. Ed., Ciudad Autónoma de Buenos Aires: Ariel, 2014.

Como diferenciar sofrimento esperado de alerta

Temas de saúde mental precisam acolher a experiência sem tratar sofrimento como frase pronta. Em sofrimento psíquico pós-pandemia, intensidade, duração, prejuízo na rotina, segurança e qualidade dos vínculos ajudam a diferenciar uma dificuldade comum de um quadro que precisa de cuidado.

O que ajuda antes de decidir por remédio

  • Anote início, duração, intensidade e fatores que melhoram ou pioram.
  • Liste medicamentos, suplementos, alergias e doenças já diagnosticadas.
  • Observe sinais de alerta em vez de decidir apenas por um sintoma isolado.
  • Leve dúvidas objetivas para a consulta e peça orientação sobre retorno ou acompanhamento.

Perguntas para levar à consulta

  1. O que neste quadro é esperado e o que seria sinal de alerta?
  2. Existe exame, acompanhamento ou mudança de hábito que realmente faça diferença?
  3. Quais medicamentos, procedimentos ou suplementos devo evitar no meu caso?
  4. Em quanto tempo devo reavaliar se os sintomas continuarem ou voltarem?

Leia também: Câncer de bexiga: sintomas, prevenção e quando investigar, Histamin dá sono? Entenda o anti-alérgico, Sulfametoxazol-trimetoprima serve para garganta?.

Fontes úteis

Fontes usadas nesta revisão: OMS: pandemia e aumento de ansiedade e depressão; OMS: scientific brief sobre saúde mental e COVID-19.

  • NIMH: cuidar da saúde mental
  • CDC: bem-estar emocional
  • WHO: saúde mental

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