Critérios para fontes e referências

Transparência editorial

Critérios para fontes e referências

Priorizamos diretrizes clínicas, sociedades médicas, órgãos públicos de saúde, bulas oficiais, revisões sistemáticas e estudos revisados por pares. Relatos individuais, posts de redes sociais e opiniões sem base clínica não são usados como fonte principal.

Fontes que têm mais peso

Diretrizes e consensosRecomendações de sociedades médicas, instituições acadêmicas e grupos técnicos reconhecidos.
Órgãos oficiaisMinistério da Saúde, Anvisa, secretarias de saúde, OMS, OPAS e instituições públicas equivalentes.
Literatura científicaRevisões sistemáticas, ensaios clínicos, estudos observacionais relevantes e artigos revisados por pares.

Como avaliamos uma fonte

  • Quem publicou e qual é a autoridade técnica da instituição ou dos autores.
  • Quando a fonte foi publicada ou atualizada.
  • Se a recomendação se aplica ao Brasil ou precisa de adaptação local.
  • Se a evidência vem de estudo isolado, revisão sistemática, diretriz ou consenso.
  • Se há conflito de interesse relevante, linguagem promocional ou promessa incompatível com a evidência.
  • Se a conclusão é compatível com outras fontes independentes.

Quando uma fonte não basta

Um estudo isolado pode ser importante, mas raramente encerra uma questão médica. Quando há divergência, o artigo deve sinalizar incerteza, limite da evidência e contexto de uso.

Relatos individuais e posts de redes sociais podem mostrar experiências reais, mas não demonstram risco médio, contraindicações, eficácia ou segurança para outras pessoas.

Bulas, medicamentos e regulação

Para medicamentos, bulas oficiais e bases regulatórias ajudam a confirmar indicação, contraindicações, eventos adversos e interações. O texto não deve transformar essas informações em recomendação de uso individual.

Quando um artigo depende de referências extensas, a página Fontes e referências reúne exemplos de bases e instituições consultadas.

Fonte boa também tem limite

Mesmo referências fortes precisam ser interpretadas com contexto. Idade, gestação, doenças prévias, exames, medicamentos em uso e acesso a atendimento podem mudar a orientação.