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Alimentos que ajudam na digestão: escolhas e limites

6 de outubro de 2023 by Renato Fernandes da Silva

Alguns alimentos podem ajudar a digestão, mas nenhuma lista funciona para todos. Fibras, líquidos, frutas, legumes e alimentos fermentados podem ajudar em certos quadros; dor persistente, perda de peso, sangue nas fezes, febre ou diarreia prolongada pedem avaliação.

Digestão: alimento ajuda quando combina com o sintoma

“Melhorar a digestão” pode significar coisas diferentes: constipação, gases, azia, estufamento, diarreia ou náusea. A escolha muda conforme o sintoma principal. Aumentar fibras rapidamente, por exemplo, pode melhorar intestino preso em algumas pessoas e piorar gases em outras.

Sintoma dominanteAjuste mais coerente
Intestino presoFibra e líquidos, com aumento gradual.
Gases e distensãoObservar quantidade de fibras, lactose, leguminosas e adoçantes.
Azia ou refluxoReduzir volume da refeição, álcool, gordura e deitar logo após comer.
Diarreia persistenteEvitar automanejo prolongado e avaliar infecção, intolerância ou inflamação.

Uma troca útil é pensar menos em “alimento digestivo” e mais em tolerância. Chá pode aliviar náusea leve em algumas pessoas, frutas e cereais podem ajudar constipação, e alimentos fermentados podem ser úteis para alguns padrões intestinais; nenhum deles corrige sozinho refluxo importante, dor persistente ou perda de peso.

Se a pessoa já tem síndrome do intestino irritável, doença inflamatória intestinal, cirurgia digestiva prévia, diabetes com gastroparesia suspeita ou uso de remédios que prendem o intestino, a lista de alimentos precisa ser ajustada ao diagnóstico e à resposta individual.

Porção, preparo, rótulo, frequência, objetivo nutricional e condições como diabetes, doença renal, gastrite, alergias ou gestação mudam a orientação prática.

A indigestão é um sintoma frequente quando exageramos em uma refeição. Ela é caracterizada por sintomas típicos como dores abdominais, azia, vômitos e até prisão de ventre.

Geralmente isso acontece em refeições ricas em gorduras ou que contenham alimentos extremamente ácidos.

Nesse sentido, existem muitos alimentos que podem recuperar e manter a saúde do trato gastrointestinal.

1- Chás digestivos 

Os chás digestivos têm a capacidade de acalmar as paredes do estômago e promover o peristaltismo, que são os movimentos intestinais naturais.

Dessa forma, podem ser consumidos para melhorar o processo digestivo e diminuir os sintomas relacionados à indigestão.

Os principais chás que podem ser usados para melhorar a digestão são:

  • Alecrim
  • Menta
  • Hortelã
  • Erva cidreira 
  • Camomila 
  • Sálvia
  • Tomilho
  • Erva doce 
  • Macela 

2- Abacaxi 

O abacaxi é uma fruta levemente ácida que tem a capacidade de diminuir a sensação de estômago cheio, principalmente após uma refeição rica em proteínas.

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Isso acontece devido a presença da bromelina, uma enzima que atua na digestão proteica. Contudo, aconselha-se a usar todas as partes do abacaxi, pois a bromelina está mais concentrada em partes como caule e casca.

Então a melhor alternativa é preparar suco de abacaxi com todas as partes da fruta e não apenas da polpa.

3- Gengibre 

O gingerol é o principal composto ativo do gengibre e tem a capacidade de melhorar sintomas como azia, náuseas e dores no estômago.

Dessa forma, pode ser colocado inclusive nas saladas para facilitar a digestão dos alimentos. Para isso, basta raspar um pedaço pequeno de gengibre e salpicar nas refeições.

Se preferir, pode tomar uma xícara de chá de gengibre após o almoço ou sempre que sentir que exagerou nas refeições.

4- Limão

Embora seja uma fruta ácida, o limão é uma das melhores opções para melhorar a digestão. Ele é rico em ácido cítrico, que consegue impedir o aumento da acidez estomacal agindo como um componente alcalinizante.

Sendo assim, pode ser usado para impedir sintomas gástricos. Além disso, o chá da casca de limão tem componentes que acalmam as células do estômago.

No entanto, deve ser usado com cautela em pessoas que possuem úlcera e gastrite, pois essas lesões tendem a “queimar” após entrarem em contato com o limão.

5- Probióticos

A má digestão não engloba apenas sintomas estomacais, ela pode produzir incômodos em outras regiões, como o intestino.

Nesse sentido, os probióticos têm sido uma alternativa funcional no tratamento da prisão de ventre, constipação e na redução de sintomas associados a má digestão.

Eles podem ser encontrados em diversos alimentos, no entanto os mais conhecidos são:

  • Iogurte natural
  • Leite fermentado 
  • Kefir
  • Kombucha 
  • Chucrute 
  • Coalhada 
  • Picles em conserva 
  • Azeitonas em conserva 
  • Sachês de probióticos 

6- Alimentos ricos em fibras 

Como é de imaginar, os alimentos ricos em fibras são indispensáveis no processo de digestão, pois evitam atrasos no funcionamento intestinal.

Além disso, as fibras auxiliam no combate a doenças como disbiose intestinal, diarreia e constipação.

As melhores opções de alimentos ricos em fibra para melhorar a digestão são:

  • Mamão
  • Laranja
  • Tangerina
  • Ameixa 
  • Grão de bico
  • Ervilha
  • Alface 
  • Acelga
  • Espinafre 
  • Couve 
  • Maçã

É importante manter-se bem hidratado(a) para impedir que o intestino utilize a água presente no seu interior para outras funções, contribuindo para a constipação e desidratação.

7- Banana

Uma das frutas mais populares, a banana é ideal para contribuir para o processo digestivo. Além de fibras, ela contém frutano, um amido capaz de diminuir o índice glicêmico das refeições e promover a saúde do intestino.

Neste caso, pode ser usada tanto para combater a constipação (banana verde) quanto na redução da diarreia (banana madura).

8- Azeite 

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O azeite é uma gordura saudável, que estimula a produção de bile (responsável pela emulsificação das gorduras provenientes da dieta).

Além disso, tem a capacidade de impedir azia, diminuindo a produção de ácido clorídrico no estômago.

Recomenda-se que o azeite seja usado no tempero de saladas e deve-se evitar o excesso, pois o efeito pode ser o reverso.

No geral, uma colher de sobremesa de azeite no almoço e jantar já são suficientes para melhorar a digestão e reduzir as chances de sintomas relacionados a dispepsia.

9- Maçã

A maçã é rica em pectina, uma fibra solúvel que atua no combate a digestão lenta e que se transforma em uma espécie de gel no estômago, prevenindo os sintomas da má digestão.

No entanto, para este efeito ser melhor trabalhado é preciso optar por comer maçãs com casca, que é onde está a maior concentração de pectina.

Além disso, a pectina não está presente somente na maçã, outros alimentos também possuem a fibra como:

  • Tangerina
  • Laranja 
  • Amora 
  • Groselha
  • Cenoura 
  • Batata
  • Tomate 
  • Ervilha
  • Beterraba
  • Pêssego 

10- Cúrcuma

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Este tempero estimula a digestão gástrica, sendo uma boa opção para melhorar as funções digestivas intestinais, o que melhora o processo de digestão.

Dessa forma, a cúrcuma pode ser usada como  tempero em carnes, legumes refogados e no arroz ou feijão.

Além disso, o chá de cúrcuma é usado para aliviar os sintomas gástricos e estomacais relacionados à indigestão.

Basta colocar 1 colher de sobremesa do tempero em 250 mls de água e deixar em decocção por aproximadamente 5 minutos. 

O chá de cúrcuma deve ser coado e pode ser tomado em até 3 vezes ao dia para melhorar a ação das enzimas digestivas.

Alimentos que prejudicam a digestão

Agora que você conhece os alimentos que melhoram a digestão também é importante saber o que evitar para que este sintoma não volte a aparecer.

Sendo assim, se você tem problemas digestivos frequentemente e precisa diminuir a incidência, evite esses alimentos:

  1. Pratos muito gordurosos: feijoada, churrasco, frituras, carne processada.
  2. Especiarias e temperos picantes: pimenta, páprica, noz moscada, cravo da índia, canela e mostarda.
  3. Refrigerantes, bebidas artificiais e água com gás.
  4. Bebidas à base de café, chocolate, chá preto e chá mate.
  5. Leite e derivados em excesso: Queijos amarelos como mussarela, parmesão, gorduras como manteiga e creme de leite integral.

É importante um acompanhamento nutricional caso a indigestão seja um problema frequente, pois ela favorece a diminuição de peso e aumenta o risco de desenvolvimento de distúrbios alimentares.

Quando procurar avaliação

Procure avaliação se houver sangue nas fezes, perda de peso sem explicação, anemia, febre, vômitos persistentes, dor progressiva, dificuldade para engolir, diarreia prolongada, constipação nova importante ou sintomas que acordam à noite.

Como acompanhar o próximo passo

Escolha uma mudança por vez: aumentar fibras gradualmente, ajustar líquidos, reduzir refeições muito gordurosas ou observar lactose, leguminosas e adoçantes. Registrar sintoma, alimento e horário ajuda mais do que trocar vários itens ao mesmo tempo.

Leituras relacionadas para diferenciar sintomas digestivos

Antes de trocar alimentos por causa de digestão lenta, gases, dor ou intestino preso, observe qual sintoma predomina. Queixas semelhantes podem ter causas diferentes.

  • Indigestão: sintomas, causas e quando avaliar – para desconforto após refeições, azia, estufamento ou náusea.
  • Constipação: o que é, sintomas e tratamento – para evacuação difícil, fezes ressecadas ou sensação de esvaziamento incompleto.
  • Pedra na vesícula causa gases? – para dor ou gases que pioram após refeições gordurosas.
  • Digestão da lactose: como funciona – para sintomas depois de leite e derivados.

Fontes e leitura útil

  • NIDDK: Eating, Diet, and Nutrition for Constipation
  • Mayo Clinic: Dietary fiber

Fontes úteis

  • WHO: dieta saudável
  • MedlinePlus: nutrição
  • NIH ODS: suplementos alimentares

Arquivado em: Curiosidades, Nutrição

Como posso comer bem e saudável gastando pouco?

6 de outubro de 2023 by Renato Fernandes da Silva

Comer saudável não é caro, por mais que a mídia e a indústria nos faça acreditar que não é mais possível.

Composição das refeições no dia a dia

PontoComo usar na prática
PorçãoCompare a quantidade consumida com o objetivo do dia; pequenas porções e repetições frequentes têm impactos diferentes.
PreparoFritura, açúcar, molhos, óleo e acompanhamentos podem mudar mais o resultado do que o alimento isolado.
SaciedadeCombinar fibras, proteína e alimentos pouco processados costuma ajudar mais do que cortar um item sem plano.
RotinaO padrão da semana pesa mais do que uma escolha isolada em uma refeição.
Condição individualDiabetes, doença renal, gestação, alergias, colesterol alto e medicamentos podem exigir orientação própria.

Quantidade, composição e rótulo

  • Este alimento está substituindo uma opção pior ou apenas somando calorias ao dia?
  • A refeição tem vegetais, proteína e fonte de fibras suficientes?
  • O rótulo mostra muito açúcar, sódio, gordura ou ingredientes ultraprocessados?
  • Existe alguma condição de saúde que muda a recomendação para mim?

Quando vale buscar orientação

Procure nutricionista ou médico quando houver perda ou ganho de peso sem explicação, compulsão alimentar, restrições muito rígidas, diabetes, doença renal, gestação, sintomas digestivos persistentes ou uso de muitos suplementos.

Se a dúvida envolve emagrecimento, o ponto mais importante é consistência. Um alimento raramente define o resultado sozinho; o conjunto de sono, atividade física, rotina alimentar e saúde emocional costuma explicar melhor a evolução.

Sendo assim, saber usar a inteligência e a criatividade nas compras é uma forma de economizar dinheiro e acrescentar saúde às refeições.

Uma vez que existem muitos alimentos acessíveis e baratos, que proporcionam muitas vitaminas, minerais e vários antioxidantes na rotina alimentar.

1- Esqueça a indústria dos suplementos e dos superalimentos 

A verdade é que a indústria alimentícia visa o lucro antes de qualquer coisa, por isso, muitas vezes nos vemos obrigados(a) a comprar determinado alimento por que ele é saudável.

Nesse sentido, não se engane, muitos alimentos tido como saudável pela indústria são meras fontes de lucro.

As vitaminas e minerais, por exemplo, podem todos ser fornecidos através da alimentação, isto é, sem suplementação.

O mesmo pode ser dito sobre alguns produtos como o Whey Protein ou os suplementos proteicos, pois alimentos como as carnes e o leite fornecem os mesmos aminoácidos que eles, a diferença é que não estão “separados” ou hidrolisados.

2- Compre apenas alimentos in natura 

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Se você for ao mercado e optar por adquirir apenas produtos e alimentos in natura, terá uma grande surpresa no valor das compras.

Afinal, o fato desses alimentos não precisarem ser processados e embalados diminui o custo na produção, o que os deixa mais baratos. Portanto, escolha sempre as versões in natura dos alimentos, sempre que possível.

3- Evite os alimentos industrializados

Os alimentos industrializados são mais caros e não oferecem nenhum adicional em relação ao preço pago a mais.

Nesse sentido, uma ótima forma de comer saudável pagando pouco é eliminando esses itens da lista de compras.

4- Prefira as frutas, verduras e legumes da época

Todo alimento tem a sua safra, isto é, os meses mais propícios para a colheita. Neste caso, quando chega a época da safra, estes alimentos tornam-se mais em conta.

Esta é uma boa forma de evitar a monotonia alimentar, pois assim você diversifica o cardápio e ainda come alimentos de todos os grupos.

5- Opte por carnes mais baratas 

É nítido que o valor da carne de cada tipo de animal varia bastante. A carne suína e de frango, por exemplo, é mais barata que a carne vermelha ou que os peixes.

Dessa forma, é necessário investir mais nas carnes brancas e consumir menos carne vermelha durante a semana.

Porém, não se esqueça que existem peixes mais em conta como a sardinha e a merluza, que são tão saudáveis quanto os demais.

Com relação a carne vermelha, você pode comprar apenas a quantidade para uma refeição, assim não paga muito.

Por sua vez, o consumo de carne vermelha em excesso tem sido associado ao aumento da chance de aparecimento de câncer, portanto, limite a quantidade de carne desse tipo na semana.

6- Substitua os embutidos por ovos e queijos 

Os embutidos são alimentos ricos em sódio e geralmente servem para acompanhar lanches e pães.

Neste caso, substituir os embutidos por ovos é uma vantagem, já que você pode variar no consumo desses alimentos.

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Para acompanhar pães existem vários tipos de queijo mais baratos como a ricota, o queijo minas frescal e o queijo cottage.

Essas opções são mais saudáveis, possuem bastante proteínas, pouco sódio e gordura e ainda podem ser consumidos de várias formas.

7- Cozinhe mais vezes em casa

Comer na rua é uma opção mais cara e mais prejudicial, pois os lanches de rua podem trazer intoxicação alimentar e ainda fazer aumentar o peso.

No entanto, cozinhando em casa você pode selecionar os ingredientes que vai utilizar, evitar as gorduras saturadas e ainda economizar.

Basta comparar o preço de um prato feito em casa pelo preço do mesmo prato servido em um restaurante ou lanchonete, por exemplo.

8- Faça iogurte natural e esqueça os iogurtes de potinho

A maior parte dos iogurtes de marca de supermercado tem muito açúcar, aditivos e corantes na composição.

Estes ingredientes empobrecem o valor nutricional desses alimentos e aumentam o risco de problemas de saúde.

Uma ótima maneira de economizar nas compras e comer mais barato é preparar o seu próprio iogurte em casa.

Basta ferver um litro de leite integral e em seguida acrescentar um pote de iogurte natural ao leite fervido.

Você deve fazer isso quando a temperatura do leite estiver por volta dos 38 graus. Em seguida, coloque a mistura em uma tigela ou pote de vidro e tampe com um plástico filme.

Por fim, deixe o iogurte pegar consistência por 12 horas em um local quente, como no interior do forno do fogão.

No dia seguinte, o iogurte natural estará pronto e você só vai precisar deixá-lo à geladeira para ficar mais saboroso.

É válido informar que com um litro de leite integral você consegue fazer um litro de iogurte natural, o que é uma grande economia no mercado.

Além disso, o iogurte natural possui mais probióticos, menos açúcar e muito mais proteína comparado ao iogurte de sabor vendido nas prateleiras do supermercado.

9- Compre apenas a quantidade de alimentos que vai usar na semana

Muitas vezes, é comum que as pessoas comprem grande volume de alimentos para além das suas necessidades.

O resultado é que o desperdício acontece e as pessoas acabam gastando mais dinheiro, por isso é preciso evitar o desperdício nas compras de supermercado.

Dessa forma, compre apenas o que vai conseguir fazer dentro das suas possibilidades, tome cuidado para não levar alimentos que vão apodrecer na geladeira devido a falta de tempo para prepará-los.

10- Acabe de uma vez por todas com as guloseimas

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Salgadinhos de pacote, biscoito recheado, chocolates e bomboniere, refrigerantes e derivados são mais caros e nada saudáveis.

Uma das melhores formas de economizar e mudar os hábitos é parar com os hábitos antigos e priorizar os hábitos novos.

Logo, se você está pensando em melhorar a alimentação, deve parar de comprar esses alimentos, assim não terá fácil acesso a eles em casa.

Como você viu, ainda é possível comer saudável gastando pouco, basta utilizar a inteligência e o bom senso nas compras do dia a dia.

O que muda o efeito na dieta

FatorComo avaliar
PorçãoCompare a quantidade do prato com a porção do rótulo ou da receita.
PreparoFritura, açúcar, creme, óleo e bebidas calóricas mudam bastante o resultado.
FrequênciaConsumo eventual e hábito diário têm impactos diferentes.
Condição clínicaDiabetes, doença renal, alergias, gestação e transtornos alimentares pedem ajuste próprio.

Explore também no Blog da Saúde

  • Nutrição
  • Clínica Médica

Fontes úteis

  • WHO: alimentação saudável
  • USDA FoodData Central
  • MyPlate: grupos alimentares

Arquivado em: Curiosidades, Nutrição

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