Transparência editorial
Priorizamos diretrizes clínicas, sociedades médicas, órgãos públicos de saúde, bulas oficiais, revisões sistemáticas e estudos revisados por pares. Relatos individuais, posts de redes sociais e opiniões sem base clínica não são usados como fonte principal.
Fontes que têm mais peso
Como avaliamos uma fonte
- Quem publicou e qual é a autoridade técnica da instituição ou dos autores.
- Quando a fonte foi publicada ou atualizada.
- Se a recomendação se aplica ao Brasil ou precisa de adaptação local.
- Se a evidência vem de estudo isolado, revisão sistemática, diretriz ou consenso.
- Se há conflito de interesse relevante, linguagem promocional ou promessa incompatível com a evidência.
- Se a conclusão é compatível com outras fontes independentes.
Limites de uma fonte isolada
A avaliação considera o desenho do estudo, a população, os desfechos medidos e a consistência com outras pesquisas. Resultados divergentes devem ser descritos no artigo.
Relatos individuais e posts de redes sociais podem mostrar experiências reais, mas não demonstram risco médio, contraindicações, eficácia ou segurança para outras pessoas.
Bulas, medicamentos e regulação
Para medicamentos, bulas oficiais e bases regulatórias ajudam a confirmar indicação, contraindicações, eventos adversos e interações. O texto não deve transformar essas informações em recomendação de uso individual.
A quem os resultados se aplicam
A avaliação considera quem participou do estudo, qual intervenção foi testada e qual resultado foi medido. Conclusões obtidas em uma população não devem ser estendidas automaticamente a outras.